Quem dos meus próximos sabe quem é Betty Carter?
Ah, sim! Os pseudointelectuais dizem que sim, mas olha só, os pseudointelectuais dos tempos atuais cultivam relacionamentos abertos, abertíssimos, tão abertos que não se vê nem fim nem começo, tão aberto que nesta amplitude não se encontram melodramas românticos. Melodramas românticos num relacionamento livre de um pseudointelectual?
Há! Depois dessa não venham me dizer quem é Betty Carter.
"How i miss our stolen little moments,
the many times i´m not with you,
they are such precious stolen moments..."
Betty carter foi soando baixinho no meu foninho e eu fiquei aqui pensando que eu queria ter a coragem de te dizer que eu tava indo correr o mundo. Não a coragem de um pseudointelectual cultivando sua liberdade.
Eu queria a coragem de um melodramático pra dizer que eu não te quero mais, só pra ter que te ouvir me pedindo de volta.
"
'Cause whenever you´re gone and
I know you´re not here,
It´s so hard to remember when you disappear,
With your face always there right in front of me dear,
that you belong to her..."
sábado, 20 de agosto de 2011
sábado, 6 de agosto de 2011
Eu não preciso de nada
além do que é pouco.
Eu preciso apenas
de uma mísera idéia que
pulse ou um mísero sentimento
que ilumine minha ânsia
de alguma idolatria.
Pois se a alegria repousa e
o relento aquece a cama,
não me preocupo mais se estou
de pé
ou sentada no ônibus ou
ainda se estou ao lado
daquele que nunca vi,
daquele que supostamente amo,
daquele que há tempos não aceno.
Mas se eu tenho um
pequeno grão de areia,
sei que posso, sei que sou.
Basta um pequeno grão de areia
para iluminar todas as banais
fatalidades da vida.
além do que é pouco.
Eu preciso apenas
de uma mísera idéia que
pulse ou um mísero sentimento
que ilumine minha ânsia
de alguma idolatria.
Pois se a alegria repousa e
o relento aquece a cama,
não me preocupo mais se estou
de pé
ou sentada no ônibus ou
ainda se estou ao lado
daquele que nunca vi,
daquele que supostamente amo,
daquele que há tempos não aceno.
Mas se eu tenho um
pequeno grão de areia,
sei que posso, sei que sou.
Basta um pequeno grão de areia
para iluminar todas as banais
fatalidades da vida.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
A arte é minha mãe
toda vez que eu tenho vontade
de me dissolver e dar um berro desbocado,
é na cara dela que eu grito: VÁ PRO INFERNO, PORRA!
de me dissolver e dar um berro desbocado,
é na cara dela que eu grito: VÁ PRO INFERNO, PORRA!
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